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Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Após o tumulto da desocupação, uma mulher saltou de um carro, com uma arma na mão, para conter um grupo que saía da favela do Jacarezinho. Na cena curiosa, a loira se identificou como policial e conteve um grupo que ela acreditava estar indo fazer depredações.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Após o tumulto da desocupação, uma mulher saltou de um carro, com uma arma na mão, para conter um grupo que saía da favela do Jacarezinho. Na cena curiosa, a loira se identificou como policial e conteve um grupo que ela acreditava estar indo fazer depredações.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Segundo os invasores, a maioria das pessoas eram de favelas próximas, como Manguinhos, Jacarezinho e Rato Molhado. "Depois que essas comunidades foram pacificadas, os aluguéis aumentaram muito. Eu pagava R$ 200 e agora pago R$ 500. Não dá para pagar", disse Marilene dos Santos, de 44 anos, que morava em Manguinhos.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Eles (os policiais) entraram e acordaram todo mundo com gás de pimenta. Mandaram a gente levantar e sair logo. Não nos deixaram carregar nada. Perdi ventilador, colchão, roupas. Fiquei só com a roupa do corpo", reclamou Valeria dos Santos, de 35 anos, que estava na invasão com o marido e o filho.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Garis da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) limpam o terreno e colocam fogo em madeiras e papelões que eram usados para construir os barracos.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Os invasores de prédios da telefônica Oi, no Rio reclamaram que foram acordados pela polícia e impedidos de retirarem seus pertences. "Eles (os policiais) entraram e acordaram todo mundo com gás de pimenta. Mandaram a gente levantar e sair logo. Não nos deixaram carregar nada. Perdi ventilador, colchão, roupas. Fiquei só com a roupa do corpo", reclamou Valeria dos Santos, de 35 anos, que estava na invasão com o marido e o filho.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
De acordo com o tenente-coronel, o policiamento na região será reforçado "pelo período que a polícia entender necessário". Algumas pessoas tentaram se aproveitar da situação para roubar peças de carros e tentar invadir supermercados.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Toda a tropa foi orientada a entrar de forma tranquila, transmitindo orientações para a desocupação. Aguardamos as pessoas retirarem seus pertences. Enfrentamos algumas resistências e algumas pessoas colocaram fogo em madeiras e outros objetos dentro do prédio".
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
A declaração foi concedida durante entrevista ao canal GloboNews. "A Polícia Militar seguiu todos os protocolos que envolvem uma reintegração de posse e a operação transcorreu dentro do planejado. Entramos tranquilamente e não tivemos problemas dentro do terreno, somente no entorno que houve confronto". Ao todo, 1.650 policiais militares participam da ação.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
O porta-voz da Polícia Militar, tenente-coronel Cláudio Costa, afirmou que a reintegração de posse do terreno da empresa de telefonia Oi foi tranquila e "transcorreu dentro do planejado".
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
De acordo com os bombeiros, sete quartéis, 16 viaturas e 60 militares participam da operação desde as 4h da madrugada desta sexta-feira. Eles combateram incêndios em três ônibus, um carro e dois caminhões, além do fogo dentro do prédio.
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Um carro da Polícia Militar (PM), um ônibus e os quatro prédios abandonados pela companhia telefônica Oi pegaram fogo. Os quatro prédios invadidos foram incendiados pelos invasores, como forma de atrapalhar a ação policial. O Corpo de Bombeiros tenta debelar as labaredas. Os pontos de incêndio se alastram para outros locais além da favela. De acordo com o Centro de Operações do Rio, a Avenida Dom Helder Câmara está interditada nos dois sentidos por causa de um caminhão que pega fogo no local.
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