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REFORMA AGRÁRIA

"A emancipação é praticamente o fim da reforma agrária"

Agricultor do primeiro assentamento Primavera, o primeiro a ser emancipado em São Paulo, conta as dificuldades dos assentados para manter a terra após receber a titularidade da área

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reforma agraria
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Grupo critica estagnação da reforma agrária no País Movimento perde poder de mobilização e tem reivindicações cada vez menos atendidas Movimento perde poder de mobilização e tem reivindicações cada vez menos atendidas
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
O ministro Ricardo Lewandowski, que presidia a sessão, interrempeu as atividades da Corte por cerca de 20 minutos.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Ao passar em frente ao STF, alguns manifestantes derrubaram grades de proteção ao prédio, o que levou a segurança do STF acionou alerta e a sessão da Corte foi interrompida.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Segundo o movimento, 7.274 famílias foram assentadas em 2013, a partir da desapropriação de 100 áreas, em 21 estados. Para o MST, "este é um dos piores períodos" para a política de reforma agrária no Brasil.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Durante a manifestação, a segurança do prédio do Congresso Nacional foi reforçada e o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a suspender sua sessão.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Presente nas manifestações, Kelly Mafort, integrante da direção nacional do MST, explicou os motivos dos protestos. "Nós viemos para poder entregar um manifesto para a presidente Dilma porque a reforma agrária está paralisada. No ano passado apenas sete mil famílias foram assentadas pelo processo de desapropriação. Do MST são 90 mil famílias acampadas. Estamos aqui numa luta. Nossa luta é pacífica. Quem mostra despreparo é a PM que nos recebeu com gás lacrimogêneo, e pimenta e bombas."
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Segundo o ministro, está previsto um encontro entre líderes do movimento com a presidente Dilma amanhã. Segundo Carvalho, a presidente estava no Palácio do Alvorada.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
"Nós tínhamos uma sala reservada para recebê-los, mas eles preferiram que nós descêssemos aqui. Tínhamos combinado ontem que tudo seria tranquilo, eles viriam se posicionariam na Praça, mas o que acontece é muito comum, vem uma molecada e empurra a grade. Você tem o risco de invasão do Planalto e aqui tem uma lei clara que ninguém pode nem obstruir a via muito menos adentrar o Palácio que é um símbolo do País", disse Carvalho após encontro com representantes do movimento.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
A entrega do documento seria feita em uma audiência no gabinete do ministro, mas, após um início de tumulto em que foram derrubadas algumas grades na Praça, o encontro ocorreu em uma das vias de acesso ao Palácio do Planalto. Após o encontro, a polícia chegou a usar bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha no embate. Já os militantes jogaram cruzes de madeira que portavam durante a marcha e pedras.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Com faixas e gritos de guerra "Dilma, cadê a reforma agrária?" ou "Dilma ruralista", representantes do movimento entregaram um documento ao secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. A manifestação fez parte do sexto congresso que o movimento realiza na capital federal e ocorria sem incidentes até o momento em que um grupo de pessoas que estava na marcha e policiais trocaram empurrões.
Grupo critica estagnação da reforma agrária no País
Uma marcha do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que reuniu 15 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, na tarde de quarta-feira, 12, em Brasília, terminou em pancadaria na Praça dos Três Poderes. O saldo foi de oito policiais e dois manifestantes feridos. A marcha aconteceu na Esplanada dos Ministérios e chegou a ocupar parte da Praça do Três Poderes.
Movimento perde poder de mobilização e tem reivindicações cada vez menos atendidas
Na avaliação do professor Bernardo Mançano Fernandes, do Programa de Pós-graduação em Geografia da Unesp, as ocupações de terra não vão desaparecer. Mas dificilmente terão a mesma intensidade de anos passados. Isso deverá levar o MST a inverter suas prioridades: "O movimento é responsável por 55% das famílias assentadas no País. É um patrimônio que vai ter que cuidar daqui para a frente. Se antes investia 20% das forças nos assentamentos e 80% nas ocupações, agora terá fazer o contrário".
Movimento perde poder de mobilização e tem reivindicações cada vez menos atendidas
Quanto ao Executivo, diz: "O governo abandonou as desapropriações." Para Stédile, tudo isso é conjuntural, uma vez que não se teria resolvido o problema dos sem-terra: "A retomada da luta com mais força é apenas uma questão de tempo". Raul Jungmann, que foi ministro do Desenvolvimento Agrário no governo FHC e hoje é vereador no Recife, pelo PPS, diz que a desidratação do MST ocorreu com a chegada do PT ao poder. "Em segundo lugar aparecem as bolsas, como as do Programa Bolsa Família", diz.
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