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PM

Alckmin: "Parem de falar mal da polícia"

Para o governador paulista, Geraldo Alckmin, candidato à reeleição pelo PSDB, as ações da corporação durante manifestações têm sido executadas com profissionalismo

23 DE Agosto DE 2014
09 DE Agosto DE 2014
08 DE Agosto DE 2014
25 DE Julho DE 2014
21 DE Julho DE 2014

pm
Absolvidos PMs que não reprimiram ato Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Absolvidos PMs que não reprimiram ato
Polícia e manifestantes se enfrentaram durante atos contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
A PM informou que agiu com intuito de controlar um "distúrbio civil" e, para isso, usou os "meios necessários". A ação foi composta por policiais da Força Tática do 16º Batalhão da PM. De acordo com a PM, 300 pessoas participaram do ato. Até as 8h30 desta quarta-feira, a PM informou não haver dados até o momento sobre presos ou feridos. A dirigente do Sintusp, Diana Assunção, classificou a ação como "intransigente". "A polícia foi chamada para reprimir. Não houve nenhuma conversa", disse.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Respaldada por uma ordem judicial, concedida em 24 de julho, que garante a reintegração de posse de qualquer unidade da USP contra possíveis ocupações feitas pelos grevistas, o comando da PM decidiu agir desta vez. A intenção do Sindicato dos Funcionários da USP (Sintusp), que organizou o ato, era realizar um "trancaço" durante o dia, bloqueando as entradas do câmpus das 4h30 às 20h30. No entanto, após o confronto, a PM liberou por volta das 7h os portões 2 e 3 e, às 8h, o 1.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Os funcionários em greve na USP haviam decidido fechar o câmpus pela segunda vez como forma de protesto aos congelamentos de salários dos funcionários da universidade, medida adotada pela reitoria diante da crise financeira que afeta a USP. Seria o segundo o protesto desse tipo. No dia 7 de agosto, eles haviam fechado o câmpus do Butantã das 7h às 11h, sem que houvesse intervenção da PM.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
O protesto dos funcionários grevistas da Universidade de São Paulo (USP) terminou em confronto com a Tropa de Choque da Polícia Militar. Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram utilizadas para impedir que fossem fechados os três portões da Cidade Universitária, no Butantã, zona oeste da capital paulista, na manhã desta quarta-feira, 20. De acordo com os grevistas, há feridos, o que a PM não confirma até o momento.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
O movimento grevista já dura 3 meses e reivindica reajustes salariais. Estudantes e funcionários organizaram o trancaço de forma conjunta. Polícia Militar já liberou as entradas da universidade.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Polícia tenta dispersar manifestantes que bloqueavam avenidas após liberação das entradas da USP.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Tropa de Choque lançou balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio para liberar portões da USP.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
A Estação Butantã, da Linha 4-Amarela do Metrô, chegou a ficar fechada durante a manifestação. Polícia liberou entradas da USP que haviam sido bloqueadas por manifestantes. Com a repressão, estudantes e grevistas percorreram vias do bairro do Butantã e montaram barricaras para tentar conter o avanço da PM.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Policial carrega munição para enfrentar manifestantes. Durante a intervenção da Tropa de Choque, manifestantes se dispersaram pelas ruas da região e fizeram barricadas com objetos e lixeiras.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Policial desobstrui via próxima à USP. Manifestantes fizeram barricadas para tentar impedir o avanço da tropa de choque.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Pedestres e moradores da região da Cidade Universitária foram afetados pelo confronto entre a Política Militar e manifestantes nesta manhã.
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