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PASADENA

"Relatório foi omisso", admite Gabrielli

Presidente da Petrobrás na época da compra de Pasadena, José Sérgio Gabrielli, defende a compra da refinaria conforme as circunstâncias de 2006

23 DE Julho DE 2014
22 DE Maio DE 2014
21 DE Maio DE 2014
14 DE Maio DE 2014

pasadena
Aécio cobra posição de Dilma sobre compra de Pasadena Julgamento do processo sobre a compra da refinaria de Pasadena O relator do processo sobre a compra da refinaria de Pasadena, José Jorge Defesa de Cerveró vai responsabilizar Dilma no caso Pasadena Para Marina, prejuízo de Pasadena foi causado por Novo processo sobre Pasadena permite defesas individuais Pasadena Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo
Aécio cobra posição de Dilma sobre compra de Pasadena
Candidato afirmou achar curioso que membros do conselho da empresa tenham tido tratamento diferenciado
Julgamento do processo sobre a compra da refinaria de Pasadena
A culpa dos ex-dirigentes será analisada em novo processo, chamado de tomada de contas especial (TCE)
O relator do processo sobre a compra da refinaria de Pasadena, José Jorge
O relatório do ministro relator José Jorge não citou integrantes do Conselho de Administração da empresa
Defesa de Cerveró vai responsabilizar Dilma no caso Pasadena
Dilma foi inocentada pelo TCU, que considerou que presidente não teve o devido acesso às informações sobre condições do contrato
Para Marina, prejuízo de Pasadena foi causado por "descaso" e "incompetência"
"O que aconteceu foi uma parte da investigação. Falta ainda a polícia federal, falta ainda o Ministério Público se pronunciarem igualmente sobre o rombo que foi feito pela Petrobrás", declarou candidata
Novo processo sobre Pasadena permite defesas individuais
Sessão sobre Pasadena no Tribunal de Contas da União, ontem
Pasadena
Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA)
Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo "Estado" em 2012; entenda crise
Em 2008, em meio a uma disputa política entre PT e PMDB na Petrobrás, Delcídio (foto) perdeu a queda de braço e Cerveró teve de deixar o cargo, que foi depois ocupado por Jorge Zelada. O seu substituto seria indicado pelo PMDB. O ex-diretor foi então deslocado para a diretoria financeira da BR Distribuidora. Delcídio negou ser o responsável pela indicação de Cerveró.
Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo "Estado" em 2012; entenda crise
Nestor Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da estatal, viajou na quarta-feira à Europa de férias. Funcionário da Petrobrás desde 1975 e com formação em engenharia química, Cerveró assumiu o posto de diretor internacional no início de 2003, primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi indicado pelo senador Delcídio Amaral (PT), dentro da cota petista de cargos na estatal. Também recebeu a bênção de José Dirceu, que naquele ano chefiava a Casa Civil.
Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo "Estado" em 2012; entenda crise
A prisão não tem relação com as suspeitas de irregularidades na compra da refinaria. Paulo Roberto, que se desligou da Petrobrás em março de 2012, atuou na estatal por indicação do PP e do PMDB, da ala do partido ligada ao senador José Sarney (AP). A ordem de prisão temporária foi decretada pela Justiça Federal no Paraná. Na segunda feira, a PF fez buscas na residência do executivo, no Condomínio Rio Mar IX, Barra, e apreendeu em seu poder US$ 181.485, R$ 751.400 e 10.850 euros em dinheiro vivo.
Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo "Estado" em 2012; entenda crise
Paulo Roberto Costa foi preso nessa quinta-feira, 20, por uma outra investigação da Polícia Federal. A Operação Lava Jato, que desmontou organização criminosa acusada de lavagem de recursos ilícitos no montante de R$ 10 bilhões, identificou a participação de Paulo Roberto em esquema de lavagem de dinheiro e o relaciona a um "plano de negócios com a Petrobrás" para venda de glicerina de uso industrial que seria intermediada por ele.
Suspeita de irregularidades na compra da unidade foi revelada pelo "Estado" em 2012; entenda crise
Executivos da gestão do ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli (foto), o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa e o ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró são apontados como dois dos responsáveis pela elaboração do parecer técnico "falho".
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