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MORADIA

Plano diretor promete mobilidade e acesso a moradia

A Lei que norteará o desenvolvimento urbano de São Paulo nos próximos 16 anos determina medidas para aproximar a população do transporte público

07 DE Maio DE 2014
01 DE Maio DE 2014
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07 DE Abril DE 2014
27 DE Março DE 2014

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Moradores ocupam antigo cinema
Jessica e Sophie Brigida que nasceu em frente a casa do prefeito Fernando Hadad durante manifestação do ano passado. No fim do ano passado, quando a luz da ocupação no Cine Marrocos foi cortada, Jéssica Alves de Jesus, de 22 anos, não seguiu as recomendações médicas para não participar mais de protestos. Grávida de 40 semanas, ela encabeçou um grupo do Movimento dos Sem Teto do Sacomã (MTST) que resolveu acampar na frente da casa do prefeito Fernando Haddad (PT) no Paraíso, na zona sul.
Moradores ocupam antigo cinema
Na foto os peruanos Americo e Lourdes que montaram uma oficina de custura em seu quarto na ala dos latinos. O quarto andar da ocupação é reservado aos peruanos, bolivianos e venezuelanos. A divisão por nacionalidade, segundo as lideranças, facilita a convivência das famílias e a divisão de tarefas.
Moradores ocupam antigo cinema
Voluzia Cristine Gama em seu quarto. Moradores citam o artigo 6.º da Constituição que assegura moradia a todos os cidadãos do País. O texto constitucional é repetido inclusive por estrangeiros.
Moradores ocupam antigo cinema
Voluzia Cristine Gama em seu quarto. A ocupação tem regras rígidas, o que atrai idosos às invasões do centro. Não deixar o lixo no horário certo embaixo do prédio ou faltar na escala da limpeza pode render multa. Todos destacam a organização do local.
Moradores ocupam antigo cinema
Menina do Cabo Verde na ala dos Africanos. Os estrangeiros também ocupam andares inteiros no número 138 da Rua Marconi, no 10 da Avenida Rio Branco e no 908 da Avenida Ipiranga. Eles afirmam se sentir mais “confortáveis” com pessoas da mesma nacionalidade. Muitos dizem ter sofrido preconceito em outras áreas da cidade.
Moradores ocupam antigo cinema
Camera de segurança instalado pelo MSTS em um dos andares do Cine Marrocos. Um circuito interno é monitorado por um funcionário contratado pelo movimento. os moradores pagam uma mensalidade de R$ 200 para cobrir custos como estes.
Moradores ocupam antigo cinema
Rapaz do Congo na ala dos Africanos. Os principais movimentos estimam que africanos e latinos representem hoje 10% dos moradores dos 50 prédios da região central que viraram ocupações desde outubro de 2012. Segundo a Prefeitura, são 20 mil moradores fixos nos edifícios – 2 mil são estrangeiros. Africanos que perambularam nos últimos anos em favelas da zona leste encontraram refúgio nos prédios invadidos do centro.
Moradores ocupam antigo cinema
Saguao de entrada com elevador funcionando. Dos sete andares, três estão reservados só para estrangeiros. Para conseguir entrar em algum programa habitacional, como o Minha Casa Minha Vida, porém, o estrangeiro precisa ter pelo menos 5 anos de residência fixa e legal no Brasil, além de filho matriculado em escola, entre outras exigências.
Moradores ocupam antigo cinema
Local onde funcionava sala de projeção do Cine Marrocos
Moradores ocupam antigo cinema
Antiga sala de projeção do cinema. O cine Marrocos já sediou festivais de cinema. Atualmente o lugar é ocupado por famílias que pagam mensalidade de R$ 200 ao Movimento Sem Teto do Sacomã.
Moradores ocupam antigo cinema
Saguão de entrada do antigo Cine Marrocos. Dos sete andares, três estão reservados só para estrangeiros. Haitianos, o grupo mais numeroso, somam 52 famílias e ficam no segundo pavimento. Camaroneses e dominicanos estão logo acima, no terceiro. No quarto ficam peruanos, bolivianos e venezuelanos. Gays e travestis foram agrupados no quinto andar.
Moradores ocupam antigo cinema
Lojinha de usados que atende os moradores da ocupação. Ao todo, 475 famílias pagam R$ 200 mensais ao Movimento dos Sem Teto do Sacomã (MSTS), criado em setembro de 2013 e responsável por sete ocupações.
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