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MAIS MÉDICOS

Médicas cubanas visitam clínicas em favelas do Rio de Janeiro

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os médicos cubanos vão seguir protocolos da Cruz Vermelha Internacional para zonas de conflito

18 DE Julho DE 2014
16 DE Julho DE 2014
30 DE Junho DE 2014
29 DE Maio DE 2014

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Dilma Segundo presidente, 2.187 médicos do programa Mais Médicos atuaram em SP Mais Médicos Aécio Neves Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
Dilma
"Essas críticas demonstram simplesmente que o senador é contra o Mais Médicos, aliás como foi a posição do seu partido, ao longo de todo o processo de aprovação", declarou presidente
Segundo presidente, 2.187 médicos do programa Mais Médicos atuaram em SP
Segundo presidente, 2.187 médicos do programa Mais Médicos atuaram em SP
Mais Médicos "está melhorando diariamente", diz Dilma
"Os novos médicos recém-formados no Brasil podem integrar o programa. É só optar. Porque o programa Mais Médicos sempre dará prioridade ao profissional formado no Brasil", declarou presidente
Aécio Neves
Segundo candidato, governo brasileiro financia governo cubano por meio do Mais Médicos
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
Loraine e Zoraide Pupo Pupo, de 45 anos, estão hospedadas em um hotel, no bairro de Irajá, na zona norte. Além da bolsa do governo federal (elas não revelam quanto recebem, uma vez que a administração cubana retém uma parte dos R$ 10 mil), a prefeitura arca com ajuda de custo de R$ 1.500 para o aluguel de imóvel e R$ 387 de auxílio-alimentação.
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
A auxiliar de enfermagem Dalva de Oliveira Bento, de 64 anos, comemorou a chegada das médicas cubanas. "Antes da clínica, eu tinha que ir ao Hospital Federal de Bonsucesso. Chegava às 3 horas para conseguir uma consulta. O posto melhorou muito a vida da gente. Só falta ter médico. Porque eu estou cansada de chegar aqui e ter de ir embora porque não tem ninguém para atender. Tomara que essas fiquem."
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
A auxiliar de enfermagem Dalva de Oliveira Bento, de 64 anos, comemorou a chegada das médicas cubanas. "Antes da clínica, eu tinha que ir ao Hospital Federal de Bonsucesso. Chegava às 3 horas para conseguir uma consulta. O posto melhorou muito a vida da gente. Só falta ter médico. Porque eu estou cansada de chegar aqui e ter de ir embora porque não tem ninguém para atender. Tomara que essas fiquem."
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
A Clínica Maestro Celestino tem 8.929 pacientes cadastrados, mas só um médico, que cumpre carga horária de 20 horas semanais. A prefeitura tenta contratar há um mês outro profissional, também para carga horária de 20 horas. Cinco médicos passaram pelo posto, mas desistiram do emprego. "Na primeira etapa dos Mais Médicos, 17 brasileiros inscreveram-se para trabalhar no Rio de Janeiro. Só dois ficaram", disse Raposo.
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
"Não me preocupo. Estou preparada. (A violência) É algo difícil de conviver porque no nosso país não vemos isso. Mas já estivemos em outras missões, como na Venezuela, e não aconteceu nada. Então, é algo que não nos tira o sono", afirmou a médica Loraine Pacheco, de 38 anos, formada há 15. "Vamos seguir todos os protocolos".
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
Na terça-feira, 5, duas médicas cubanas visitaram a Clínica da Família Maestro Celestino, na Favela Palmeirinha, na zona oeste. Enquanto elas visitavam a unidade e conversavam com pacientes e outros profissionais, do lado de fora do posto havia homens com rádios transmissores. Elas disseram que não se sentiram intimidadas.
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
Entre outras recomendações, os médicos foram orientados a usar jalecos nos deslocamentos na favela, andar com o crachá de identificação e "avaliar a dinâmica do território". "Nós seguimos a dinâmica do local. Se o comércio está fechado, se as escolas suspenderam as aulas, nós interrompemos o atendimento. Se observamos que a situação está tensa, podemos funcionar sem a atividade externa, por exemplo", afirmou.
Profissionais são orientados sobre riscos na cidade
Médicos de Cuba que chegaram ao Rio para atuar nas favelas da capital fluminense receberam orientações sobre como se comportar em áreas de risco. Eles seguirão protocolos da Cruz Vermelha Internacional para zonas de conflito, afirmou o coordenador de área da Secretaria Municipal de Saúde, Roberto Raposo.
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