Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 

Iraque

Em meio a fim de guerra e retirada militar americana, iraquianos preocupam-se com volta da violência no país

Manifestação no IraqueKarim Kadim/AP

Primavera Árabe

Inspirados pelas revoluções nos países vizinhos, os iraquianos por melhores serviços públicos, salários maiores e o combate à corrupção no país em pelo menos três cidades. As marchas tornaram-se mais uma preocupação para o governo do primeiro-ministro Nouri al-Maliki, que já tem de lidar com a retirada das tropas americanas e uma possível nova escalada de violência.

Os protestos foram pacíficos em sua maioria, demonstrando também apoio a líbios, egípcios e tunisianos, que lutaram contra as ditaduras de seus próprios países. Mas uma emissora que transmitiu imagens das marchas acabou incendiada.

As manifestações no Iraque também refletiram a insatisfação de muitas pessoas após a queda do ditador Saddam Hussein, há oito anos. Desde então, a nação vive uma situação de instabilidade política, com governos fracos e tensões sectárias. No final de 2011, os Estados Unidos concluíram sua retirada militar do país, encerrando o conflito iniciado em 2003.

Veja também:
especialMAPA: 
A revolta que abalou o Oriente Médio
tabela ESPECIAL: Um ano de Primavera Árabe

Siga o Estadão

Mais notícias sobre Iraque

Notícias e reportagens