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30 DE Junho DE 2015
11 DE Março DE 2015
10 DE Março DE 2015

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Castelo de Amboise - Divulgação
Castelo de Amboise

Do alto do Castelo de Amboise tem-se uma vista panorâmica do Rio Loire. É lindo, ainda mais se o sol fizer companhia. O tour tradicional (11,20 euros) dura cerca de uma hora. Com tempo, vale a pena optar pelo passeio Bastidores da História, com roteiro em 10 idiomas 
(15,70 euros) e ricas informações. A sepultura de Leonardo da Vinci está na capela Saint-Hubert, dentro do castelo

Castelo de Chaumont - Eric Sander/Divulgação
Castelo de Chaumont

De propriedade estatal, o Castelo de Chaumont está bem à margem do Rio Loire. Tem um belíssimo Centro de Artes e Natureza e, até novembro, hospeda pelo menos dez mostras de artes plásticas e fotografia

Castelo Real de Blois - Divulgação
Castelo Real de Blois

Quando as portas do Royal de Blois se abrem, o que se vê é panorama histórico da arquitetura francesa. Os prédios foram construídos entre os séculos 13 e 17, nos estilos gótico, renascentista, flamejante e clássico. O castelo foi residência de sete reis e dez rainhas da França. Seus quartos são recheados de lendas. No que pertenceu à Catarina de Médici, diz-se que a rainha escondia seus venenos em armários com fundos secretos. Nos aposentos do rei Henrique III, na manhã de 23 de dezembro de 1588, oito guardas mataram o Duque de Guise com punhais e espadas. Também já foi quartel do exército entre 1788 e 1863. Hoje, abriga um Museu de Belas Artes. Custa 10 euros

Castelo de Valençay - Divulgação
Castelo de Valençay

As histórias que rondam o Castelo de Valençay são dignas de novela mexicana. Em 1803, a pedido de Napoleão Bonaparte, o então ministro das Relações Exteriores da França, Charles Maurice de Talleyrand-Périgord, adquiriu a propriedade para servir como recepção. Seis anos mais tarde, o rei Fernando VII, da Espanha, ficou “aprisionado” ali. Napoleão colocou no trono espanhol seu irmão mais velho José Bonaparte. Entre 1809 e 1814, Talleyrand se ocupou em dar conforto a Fernando VII. Mandou até construir um teatro – aberto a visitação – para entreter o rei destronado.
Moravam no castelo, além de Talleyrant, sua mulher, sua filha e também sua amante. Após a separação do ministro de Napoleão, a mulher foi morar em Paris com o irmão de Fernando VII. Custa desde 12,50 euros 

Castelo de Chambord - Ludovic Le Tot
Castelo de Chambord

Estonteante, magnífico, deslumbrante, suntuoso. Pode adicionar qualquer adjetivo similar que não será suficiente para descrever Chambord (chambord.org), a grande estrela do Vale do Loire, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O castelo fica a cerca de 50 quilômetros de Orléans e a 15 quilômetros de Blois. Pode reservar um dia inteiro só para ele. São inúmeros os passeios, inclusive por dentro da floresta de mil hectares. Em uma caminhonete, um guia do castelo leva pequenos grupos a um tour de 1h30, por 18 a 35 euros.
Dentro há visita tradicional (11 euros) ou tour interativo com iPad (8 euros). A ferramenta é interativa e está disponível em português

Manoir de Contres - Divulgação
Manoir de Contres

“Quem dirige o negócio é o Othello”, brinca a alemã Maria Orsenne, uma das donas do hotel-castelo Manoir de Contres. Ela e o marido, o francês Victor Orsenne, trabalham com hotelaria há 35 anos. Othello é o charmoso mascote do casal. Esperto que só, o beagle volta e meia aparece. Quem sabe sobra algo do café da manhã. O proprietário Victor é também o chef do restaurante, aberto também a não hóspedes. Da sua cozinha sai um delicioso bife com fritas para duas pessoas; os 35 euros pagam toda a refeição, com entrada e sobremesa, mas sem os queijos no final, que são incluídos por mais 4 euros. A diária começa em 150 euros, para dois. “Aqui fazemos eventos, casamentos e divórcios”, brinca Victor.

Castelo de Chenonceau - Divulgação
Castelo de Chenonceau

Não é à toa que Chenonceau, construído no século 16, é conhecido como “o castelo das damas”. Em 1547, o prédio foi dado de presente pelo rei Henrique II a Diane de Poitiers, sua amante. Após a morte do rei, a rainha Catarina de Médicis o tomou de volta e, em troca, concedeu o Castelo Sur-Loire à rival. Ao longo dos séculos, a construção passou pelas mãos de outras importantes mulheres e até serviu de hospital durante a 1ª Guerra Mundial, graças à enfermeira Simone Menier. O passeio é belíssimo. Os dois jardins, um construído por Diane e o outro por Catarina, são um espetáculo na primavera. Dentro, quadros, tapeçarias e móveis da Idade Média se espalham pelos três andares e transportam a um tempo que não conhecemos. Há ainda horta, labirinto, museu, uma pequena fazenda e área de piquenique. Desde 13 euros; há visitas guiadas em português

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