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Top News: Vendas do varejo sobem 0,5% em maio

A alta foi impulsionada por Dia das Mães e Copa, mas ainda não representa uma recuperação do setor. As vendas no varejo haviam recuado nos dois meses anteriores.

24 DE Julho DE 2014
17 DE Julho DE 2014
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Com 7 filhos - de 3 mães diferentes - e 7 netos, ele raramente vê a família. "Eles têm vergonha porque sou carroceiro", diz, ao justificar o comportamento dos filhos. Cada dia de "catação" lhe rende em torno de R$ 40,00. "Mas a gente tem de comer todo dia e não consigo juntar." Antonio mora numa favela no bairro de Peixinhos, no município metropolitano de Olinda, e paga R$ 60 pelo aluguel de um barraco de tábua. "Quando chove enche de água, vou ver se mudo para outro, de alvenaria, por R$ 80"
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Antonio Barbosa de Freitas, de 60 anos, vive há 8 da venda do lixo que cata nas ruas do Recife. Aguarda fazer 65 para ter direito à aposentadoria. "Cinco anos passam rápido", disse, abrindo o constante sorriso de poucos dentes. Trabalha de segunda a sexta, do amanhecer até a noite, e descansa nos fins de semana. "Barão sempre viaja no sábado, não adianta procurar nos lixos", explica.
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A casa onde mora, no Morro da Conceição, na zona norte do Recife, foi presente de uma tia solteira, que vive da aposentadoria. "A gente não tem uma renda certa", afirmou ela, com o filho nos braços. "Assim que puder botar ele na escola, vou arranjar trabalho em casa de família ou panfletar na rua", planeja.
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Ana Maria da Silva, de 18 anos, vive com Genival, de 24, com quem tem um filho de 2. Ele está desempregado e havia saído ontem de casa em busca de um empréstimo para comprar gás e pagar pelo menos uma das duas contas de luz atrasadas.
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Atitudes como as de Figueiró ajudam a melhorar as estatísticas de redução do analfabetismo no Rio Grande do Sul. A capital gaúcha registra constante queda há pelo menos 20 anos, e chegou perto de 2,5% da população, índice considerado residual. Isso se reflete na queda da demanda pelas totalidades iniciais do EJA, equivalentes ao período da 1.ª à 5.ª séries do ensino fundamental de nove anos. Há 15 anos, havia 4 mil alunos nessa faixa. Em 2013 há 2,7 mil.
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Depois de passar a maior parte de seus 56 anos trabalhando como instalador hidráulico e de ver as duas filhas concluírem o ensino médio, o aposentado Ademir Figueiró decidiu recuperar algo que faltava em sua vida e tratou de se alfabetizar, há dois anos. "Eu sempre tive vontade de ir à escola, mas não tive oportunidade", diz, entre uma aula e outra do Colégio Paulo Freire, em Porto Alegre, onde frequenta uma turma da Educação de Jovens e Adultos (Eja).
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Ao chegar, não quis mais saber de estudar. Preferiu enfrentar o trabalho braçal. Seu sonho? "Ter uma vida digna e dar educação para meu filho, quando tiver um", planeja. "Eu me arrependo de não ter continuado os estudos, não quero que meu filho repita a minha história."
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José da Silva Santos, de 35 anos, deixou de estudar quando tinha 12. Na época, o motivo não foi a criminalidade. Como não era um aluno exemplar, foi transferido para uma casa de ressocialização para jovens em Palmeira dos Índios, no agreste alagoano. Voltou a Maceió aos 20 anos, porque a unidade não aceitava maiores de idade.
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O retrato do segundo ano do governo Dilma Rousseff, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE, está nos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O País alcançou bons resultados na criação de empregos e na melhoria de renda da população, mas um sinal amarelo na taxa de analfabetismo e na formalização do trabalho.
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