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GREVE

Com direito a churrasco e telão, Plano Diretor é aprovado

44 dos 55 vereadores foram favoráveis à proposta que vai gerir crescimento da cidade pelos próximos 16 anos

22 DE Agosto DE 2014

greve
Elenco do Fluminense ameaçou entrar em greve Atletas do Operário-MT se deitaram em solidariedade aos colegas do Barueri Siemsen prometeu tomar atitudes para punir os torcedores que intimidaram o elenco USP corta ponto de 1.600 funcionários; greve continua Funcionários da USP permanecem em greve Funcionários da USP permanecem em greve Divulgação da Pnad Contínua é adiada para 6 de novembro Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Elenco do Fluminense ameaçou entrar em greve
Elenco do Fluminense ameaçou entrar em greve
Atletas do Operário-MT se deitaram em solidariedade aos colegas do Barueri
Atletas do Operário-MT se deitaram em solidariedade aos colegas do Barueri
Siemsen prometeu tomar atitudes para punir os torcedores que intimidaram o elenco
Siemsen prometeu tomar atitudes para punir os torcedores que intimidaram o elenco
USP corta ponto de 1.600 funcionários; greve continua
Funcionários e estudantes mantêm paralisação que já dura três meses
Funcionários da USP permanecem em greve
Grevistas votam pela permanência da greve em assembleia nesta quinta-feira na Cidade Universitária, na zona oeste
Funcionários da USP permanecem em greve
Grevistas votam pela permanência da greve em assembleia nesta quinta-feira na Cidade Universitária, na zona oeste
Divulgação da Pnad Contínua é adiada para 6 de novembro
A greve também alterou o calendário de divulgações da Pesquisa Industrial - Empresa 2012, Pesquisa Industrial - Produto 2012, Pesquisa Anual da Indústria da Construção e Pesquisa Anual de Comércio 2012
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
A PM informou que agiu com intuito de controlar um "distúrbio civil" e, para isso, usou os "meios necessários". A ação foi composta por policiais da Força Tática do 16º Batalhão da PM. De acordo com a PM, 300 pessoas participaram do ato. Até as 8h30 desta quarta-feira, a PM informou não haver dados até o momento sobre presos ou feridos. A dirigente do Sintusp, Diana Assunção, classificou a ação como "intransigente". "A polícia foi chamada para reprimir. Não houve nenhuma conversa", disse.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Respaldada por uma ordem judicial, concedida em 24 de julho, que garante a reintegração de posse de qualquer unidade da USP contra possíveis ocupações feitas pelos grevistas, o comando da PM decidiu agir desta vez. A intenção do Sindicato dos Funcionários da USP (Sintusp), que organizou o ato, era realizar um "trancaço" durante o dia, bloqueando as entradas do câmpus das 4h30 às 20h30. No entanto, após o confronto, a PM liberou por volta das 7h os portões 2 e 3 e, às 8h, o 1.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
Os funcionários em greve na USP haviam decidido fechar o câmpus pela segunda vez como forma de protesto aos congelamentos de salários dos funcionários da universidade, medida adotada pela reitoria diante da crise financeira que afeta a USP. Seria o segundo o protesto desse tipo. No dia 7 de agosto, eles haviam fechado o câmpus do Butantã das 7h às 11h, sem que houvesse intervenção da PM.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
O protesto dos funcionários grevistas da Universidade de São Paulo (USP) terminou em confronto com a Tropa de Choque da Polícia Militar. Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram utilizadas para impedir que fossem fechados os três portões da Cidade Universitária, no Butantã, zona oeste da capital paulista, na manhã desta quarta-feira, 20. De acordo com os grevistas, há feridos, o que a PM não confirma até o momento.
Policiais reprimiram manifestantes que responderam com pedras e barricadas
O movimento grevista já dura 3 meses e reivindica reajustes salariais. Estudantes e funcionários organizaram o trancaço de forma conjunta. Polícia Militar já liberou as entradas da universidade.
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