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ENERGIA SOLAR

Avião experimental Solar Impulse faz teste final

A viagem encerra o último teste da aeronave, que funciona com energia solar, antes de uma volta ao mundo

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energia solar
Usina Megawatt Solar em Florianópolis (SC) Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Usina Megawatt Solar em Florianópolis (SC)
"O BNDES tem uma proposta de conteúdo nacional e queremos internalizar a produção local (de equipamentos de energia solar)", afirmou Tolmasquim
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Além dessa, há diversas outras curiosidades em relação ao Solar Impulse. A aeronave só tem espaço para uma pessoa, ou seja, os pilotos vão se revezar nos pontos de parada da viagem. E isso causa outra dúvida. Como ficar cinco dias cruzando o Oceano Pacífico? Borschberg explicou que, durante essa travessia, o piloto só poderá tirar cochilos de 20 minutos, momento em que o sistema opera nas características de um piloto automático.
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Economia. Segundo o piloto, para isso, é preciso ir a uma altitude de 9 mil metros e, a partir dali, desligar a energia e ficar planando, por cerca de quatro horas, até chegar a 3,5 mil metros, quando a energia volta a ser acionada. "São dez horas de bateria mais quatro apenas planando. É assim que se voa à noite."
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Em cima das asas, 18 mil células solares captam a luz que, transformada em energia, é armazenada em uma bateria de 600 quilos, a fim de manter o avião em funcionamento durante a noite. Borschberg disse que a bateria dura cerca de dez horas após ser totalmente carregada. Ele explicou que, para conseguir atravessar a noite voando, precisava gerenciar o uso da energia.
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O esqueleto do avião é composto por fibra de carbono. Leve e feito para planar, o aeronave precisa de apenas 120 metros de pista para decolar ou aterrissar. A velocidade média do equipamento é de 70 quilômetros por hora, alcançada por quatro motores de 15 cavalos de potência cada um.
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Baterias. Para realizar a viagem, Borschberg e Piccard vão voar em um avião que lembra um planador, embora em proporções bem diferentes. Da ponta de uma asa a outra, são 72 metros, praticamente a envergadura de Boeing 747. O peso, porém, é praticamente duas vezes o de um carro popular, ligeiramente acima de duas toneladas.
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Borschberg disse que serão cinco dias e cinco noites na travessia do Oceano Pacífico. No total, a viagem levará de dois a três meses. "Em termos de dias em voo, serão 20." No restante do tempo, a aeronave vai ficar em exposição, por cerca de dez dias, nos locais em que aterrissar.
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Já a escolha do Oriente Médio como ponto de partida foi porque os pilotos pretendem voar antes do início das monções - chuvas torrenciais, especialmente de junho a agosto, que atingem o sul e o sudeste da Ásia. O Solar Impulse vai sobrevoar essa região e aterrissar na China. "Lá, vamos estudar com detalhes as condições do tempo porque faremos a perna mais longa da viagem, provavelmente até o Havaí."
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A primeira decolagem está programada para ocorrer no Oriente Médio e a aeronave seguirá o trajeto na direção oeste para leste, sempre pelo Hemisfério Norte. "Escolhemos o Hemisfério Norte porque, diferentemente do Hemisfério Sul, há mais terra em relação à água, ou seja, é mais fácil contornar uma situação imprevisível", explicou Borschberg.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
O objetivo da viagem é promover a tecnologia limpa e fomentar o uso de recursos renováveis para melhorar a eficiência dos mais variados produtos, desde partes de refrigeradores até baterias utilizadas em metrôs. "Queremos chamar atenção para as possibilidades que existem no emprego dessa nova tecnologia", disse Borschberg em entrevista ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
A partir de março de 2015, os pilotos suíços André Borschberg e Bertrand Piccard vão iniciar a volta ao mundo em um avião movido a energia solar, batizado de Solar Impulse.
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