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ENERGIA SOLAR

Avião experimental Solar Impulse faz teste final

A viagem encerra o último teste da aeronave, que funciona com energia solar, antes de uma volta ao mundo

28 DE Junho DE 2014
14 DE Junho DE 2014
25 DE Outubro DE 2013
14 DE Agosto DE 2013

energia solar
Captação de energia solar em laje de hospital Hospital movido a energia solar no Rio de Janeiro Usina Megawatt Solar em Florianópolis (SC) Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Captação de energia solar em laje de hospital
Segundo o banco, o financiamento pode ser feito diretamente junto ao BNDES ou indiretamente, por meio de instituições autorizadas a repassar os recursos
Hospital movido a energia solar no Rio de Janeiro
"É uma ideia nova, diferente do que foi aplicado por eles antes na energia eólica, por exemplo. Acho que o setor vai gostar", comentou
Usina Megawatt Solar em Florianópolis (SC)
"O BNDES tem uma proposta de conteúdo nacional e queremos internalizar a produção local (de equipamentos de energia solar)", afirmou Tolmasquim
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Além dessa, há diversas outras curiosidades em relação ao Solar Impulse. A aeronave só tem espaço para uma pessoa, ou seja, os pilotos vão se revezar nos pontos de parada da viagem. E isso causa outra dúvida. Como ficar cinco dias cruzando o Oceano Pacífico? Borschberg explicou que, durante essa travessia, o piloto só poderá tirar cochilos de 20 minutos, momento em que o sistema opera nas características de um piloto automático.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Economia. Segundo o piloto, para isso, é preciso ir a uma altitude de 9 mil metros e, a partir dali, desligar a energia e ficar planando, por cerca de quatro horas, até chegar a 3,5 mil metros, quando a energia volta a ser acionada. "São dez horas de bateria mais quatro apenas planando. É assim que se voa à noite."
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Em cima das asas, 18 mil células solares captam a luz que, transformada em energia, é armazenada em uma bateria de 600 quilos, a fim de manter o avião em funcionamento durante a noite. Borschberg disse que a bateria dura cerca de dez horas após ser totalmente carregada. Ele explicou que, para conseguir atravessar a noite voando, precisava gerenciar o uso da energia.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
O esqueleto do avião é composto por fibra de carbono. Leve e feito para planar, o aeronave precisa de apenas 120 metros de pista para decolar ou aterrissar. A velocidade média do equipamento é de 70 quilômetros por hora, alcançada por quatro motores de 15 cavalos de potência cada um.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Baterias. Para realizar a viagem, Borschberg e Piccard vão voar em um avião que lembra um planador, embora em proporções bem diferentes. Da ponta de uma asa a outra, são 72 metros, praticamente a envergadura de Boeing 747. O peso, porém, é praticamente duas vezes o de um carro popular, ligeiramente acima de duas toneladas.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Borschberg disse que serão cinco dias e cinco noites na travessia do Oceano Pacífico. No total, a viagem levará de dois a três meses. "Em termos de dias em voo, serão 20." No restante do tempo, a aeronave vai ficar em exposição, por cerca de dez dias, nos locais em que aterrissar.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
Já a escolha do Oriente Médio como ponto de partida foi porque os pilotos pretendem voar antes do início das monções - chuvas torrenciais, especialmente de junho a agosto, que atingem o sul e o sudeste da Ásia. O Solar Impulse vai sobrevoar essa região e aterrissar na China. "Lá, vamos estudar com detalhes as condições do tempo porque faremos a perna mais longa da viagem, provavelmente até o Havaí."
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
A primeira decolagem está programada para ocorrer no Oriente Médio e a aeronave seguirá o trajeto na direção oeste para leste, sempre pelo Hemisfério Norte. "Escolhemos o Hemisfério Norte porque, diferentemente do Hemisfério Sul, há mais terra em relação à água, ou seja, é mais fácil contornar uma situação imprevisível", explicou Borschberg.
Projeto de 12 anos já recebeu US$ 150 milhões em investimentos e agora dará volta ao mundo
O objetivo da viagem é promover a tecnologia limpa e fomentar o uso de recursos renováveis para melhorar a eficiência dos mais variados produtos, desde partes de refrigeradores até baterias utilizadas em metrôs. "Queremos chamar atenção para as possibilidades que existem no emprego dessa nova tecnologia", disse Borschberg em entrevista ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado.
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