Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 

Debate Estadão/TV Cultura/YouTube

Oito candidatos que disputam a Prefeitura de São Paulo discutem propostas e respondem a perguntas de internautas

JF Diorio/AE

Debate Estadao TV Cultura YouTube

Empatados tecnicamente em 2.º lugar na corrida pela Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) evitaram atacar Celso Russomanno (PRB), líder nas pesquisas, no debate promovido na segunda-feira, 17, pelo Grupo Estado, pela TV Cultura e pelo YouTube.

Tanto o tucano como o petista tiveram chance de se manifestar sobre o adversário do PRB, mas preferiram criticar um ao outro, mantendo a estratégia adotada no horário eleitoral e nos eventos de rua. A troca de farpas envolveu a entrada da presidente Dilma Rousseff na campanha de Haddad, a nomeação da ex-prefeita petista Marta Suplicy para o Ministério da Cultura e a renúncia de Serra à Prefeitura, em 2006, para concorrer ao governo do Estado.

No início do programa, todos os candidatos foram instados pelo mediador do debate, Mario Sergio Conti, a analisar o fato de Russomanno estar em 1.º lugar nas pesquisas. Serra e Haddad se limitaram a afirmar que o panorama pode mudar. "Não me sinto à vontade para falar da trajetória de um candidato", disse o tucano. "Grande parte do eleitorado ainda está apática", afirmou o petista.

Naquele momento, coube a Paulinho da Força (PDT) o ataque ao líder. O primeiro acusou o adversário de ter votado contra "projetos de interesse do povo" como deputado. "É um candidato que tem duas caras, uma que fala para os pobres e outra que tira direitos deles", afirmou.

Em outro bloco, quando os candidatos puderam fazer perguntas um ao outro, Russomanno escolheu Serra e o questionou sobre o "caos na saúde", destacando problemas no principal setor de atuação do tucano.

No bloco em que os jornalistas João Bosco Rabello, Gustavo Chacra, Julia Duailibi e Bruno Paes Manso, do Grupo Estado, fizeram perguntas aos candidatos, Russomanno foi questionado sobre a possibilidade de nomear representantes da Igreja Universal para seu secretariado. Ele negou que a igreja controle seu partido.

Siga o @estadao no Twitter
Análise
Debate ajuda na decisão do eleitor | Mais vídeos

Para cientista político Carlos Melo, questões importantes foram levantadas do ponto de vista político

Transmissão


TV, RÁDIO E INTERNET

Saiba por onde acompanhar o debate