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COMISSÃO DA VERDADE

Torturador da ditadura é morto no Rio de Janeiro

Paulo Malhães foi encontrado nesta sexta-feira com sinais de sufocamento, após ser rendido em seu sítio. Em entrevista ao "Estado" ele admitiu que anadava armado e temia por sua segurança

12 DE Maio DE 2014
29 DE Abril DE 2014

comissao da verdade
Nilton Cerqueira silencia diante da Comissão da Verdade General Nilton de Albuquerque Cerqueira Escritor Imre Kertész Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado Parlamentares se empurram em visita a prédio onde funcionou o DOI-Codi Parlamentares se empurram em visita a prédio onde funcionou o DOI-Codi Parlamentares se empurram em visita a prédio onde funcionou o DOI-Codi
Nilton Cerqueira silencia diante da Comissão da Verdade
General reformada informou que não tinha nada a declarar e se manteve calado durante toda a reunião
General Nilton de Albuquerque Cerqueira
General reformado Nilton de Albuquerque Cerqueira momentos antes de prestar depoimento à Comissão Nacional da Verdade
Escritor Imre Kertész
Prêmio Nobel de 2002, o húngaro Imre Kertész tem "História Policial" lançado no País
Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado
Para Adriano Diogo, atos como o de hoje tinham que ter mais participação. “Todos os jovens que se beneficiaram da luta pela democracia deviam reconhecer a biografia de Marighella. Nós fizemos um ato singelo em frente a um monumento quase abandonado e quais desses jovens vultos que sucederam Marighella estava aqui hoje? Nenhum. Nem municipal, estadual ou federal”, afirmou.
Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado
Membro do Comitê Paulista pela Verdade e Justiça e do Fórum de Ex-Presos Políticos e Perseguidos do Estado de São Paulo, Clóvis de Castro destacou que a homenagem ao militante é justa porque é importante lembrar sempre das pessoas que lutaram pela democracia. “Nesta data e neste local, nós homenageamos todos os combatentes que participaram da luta contra a ditadura militar”.
Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado
“Ele veio se encontrar com os padres porque queria que ajudassem a tirar os perseguidos políticos do país pela fronteira. A polícia montou todo um esquema e transformou essa rua em um horror. Ele entrou de peito aberto como sempre, sem saber que aquilo tudo o que havia na rua era apenas um cenário”, disse ela.
Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado
O presidente da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, Adriano Diogo, ressaltou que Marighella foi um grande vulto da história que pode ser comparado a personalidades da humanidade que influenciaram a sociedade. “No Brasil, se Marighella não tivesse sido morto, teria a importância de diversos personagens que foram marco na história da civilização e organização dos povos”.
Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado
Segundo a versão oficial, Marighella foi morto em um tiroteio entre agentes policiais do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) de São Paulo e membros da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização que liderava. De acordo com Clara Charf, o importante da homenagem é marcar uma posição perante a história, porque muitas pessoas não sabem que Marighella foi morto naquela rua, em 4 de novembro de 1969.
Militante ganha homenagem no local onde foi assassinado
A Comissão da Verdade do Estado de São Paulo e a viúva de Carlos Marighella, Clara Charf, fizeram na segunda-feira, 4, um ato na Alameda Casa Branca, na região da Avenida Paulista, para lembrar a data do assassinato do militante, ocorrido nessa rua há 44 anos, durante uma emboscada da polícia. As informações são da Agência Brasil.
Parlamentares se empurram em visita a prédio onde funcionou o DOI-Codi
Antes da visita, Wadih Damous considerou a presença de Bolsonaro uma provocação. "Ele é um ser estranho a esta comitiva". Bolsonaro respondeu: "Eles não aceitam o contraditório. A única opinião certa é a deles".
Parlamentares se empurram em visita a prédio onde funcionou o DOI-Codi
Além de Bolsonaro, Capiberibe e Rodrigues, também entraram a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) e quatro integrantes da Comissão Estadual da Verdade: Wadih Damous e Marcelo Cerqueira (representando a comissão nacional) e Álvaro Caldas e Nadine Borges (representando a comissão estadual).
Parlamentares se empurram em visita a prédio onde funcionou o DOI-Codi
O deputado do PP foi vaiado por cerca de 30 manifestantes ligados ao grupo Tortura Nunca Mais-RJ e a movimentos de esquerda e gritavam "Fora Bolsonaro". A comitiva entrou no batalhão por volta das 10h30, trinta minutos após o previsto.
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