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CINEGRAFISTA

Cinegrafista é morto na fronteira entre Síria e Líbano

A televisão Al Jadeed acusou o exército sírio de matar o cinegrafista libanês nesta segunda-feira (09.04). Ali Shaaban morreu atingido por disparos quando gravava uma reportagem na fronteira

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cinegrafista
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento Familiares e colegas se despedem de Santiago Andrade, morto por um rojão em protesto no Rio Familiares e colegas se despedem de Santiago Andrade, morto por um rojão em protesto no Rio
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Os poucos manifestantes que se dispuseram a conversar com a imprensa repetiam que a culpa pela morte foi da polícia, que teria iniciado o confronto.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Apesar das constantes provocações de manifestantes aos policiais que acompanhavam a caminhada, não houve nenhum incidente até 20h45, quando o grupo já estava na frente da prefeitura.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Muitos ativistas também transportavam bandeiras de partidos políticos, como o PSTU e o PSOL e PCB, e de movimentos sociais como a Frente Independente Popular (FIP) e a Frente Internacionalista dos Sem Teto (Fist). A maioria das bandeiras era do PSTU.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
A mesma pergunta podia ser lida em diversos cartazes levados pelos manifestantes.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
O único coro que rivalizava com o episódio de Amarildo era "Ê, ê, ê, cadê meu cachê?", menção aos R$ 150 que seriam pagos a manifestantes, segundo depoimento de Caio Silva de Souza, preso anteontem.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Durante o restante da caminhada, o grito mais frequente era "Cadê o Amarildo?", uma referência ao ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, morto sob tortura por policiais da UPP da Rocinha em julho do ano passado, segundo a Polícia Civil.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
O grupo permaneceu em silêncio durante aproximadamente um minuto e a homenagem foi estendida tanto a ele como às "dezenas de pessoas assassinadas e feridas pela PM nas manifestações".
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Andrade foi lembrado quando os manifestantes passavam pela praça onde foi atingido.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Ativistas ridicularizaram a denúncia de que quem participa de atos violentos receberia cachê e praticamente ignoraram a morte do cinegrafista.
No primeiro protesto após morte, manifestantes perguntam de Amarildo e ironizam pagamento
Na primeira manifestação promovida no Rio após a identificação do suspeito de lançar o rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade, cerca de 700 pessoas seguiram em passeata da Candelária até as imediações da sede administrativa da prefeitura, no centro da capital fluminense.
Familiares e colegas se despedem de Santiago Andrade, morto por um rojão em protesto no Rio
Muito emocionada, a jornalista da Band Camila Grecco ressaltou que Andrade se preocupava muito com a segurança. "Ele sempre se preocupava com a equipe. Se soubesse que estava em uma situação de muito risco (naquele momento), jamais estaria ali", afirmou antes de desabar em lágrimas.
Familiares e colegas se despedem de Santiago Andrade, morto por um rojão em protesto no Rio
Arlita não quis comentar nada relacionado à investigação e ao posicionamento das autoridades, mas falou brevemente sobre Fábio Raposo e Caio de Souza, presos em Bangu. "Tenho pena desses dois rapazes". "Queria pedir a todo mundo, por favor, sejam mais amigos, mais tranquilos e tenham amor um pelo outro".
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